domingo, 5 de abril de 2009

E não é que é remédio o chocolate???


Incas e astecas usavam semente de cacau como moeda de troca
Eterno símbolo do desejo, o chocolate (que já invade os mercados em forma de ovos de Páscoa) é hoje encontrado em quase tudo: batom, chapinha, shampoo, perfume - e em diferentes formatos, cores, sabores e preços. Mas, quando foi descoberto pelos europeus, o 'chocolate primitivo' era um líquido espesso feito com milho e pimentão.
As primeiras referências ao cacaueiro e a seus frutos foram encontradas nos relatos dos descobridores que seguiram Cristóvão Colombo. Os espanhóis encontraram o chocolate sendo usado pelos astecas e pelos maias na época da chegada de uma expedição em 1519, e logo depois o levaram para a Espanha.

As sementes eram tão importantes para os nativos da América Central que eram usadas não apenas para alimentação, mas também como elemento de troca e em cultos religiosos.
Segundo o site do Museu Field, em Chicago, que tem uma exibição que conta a história do chocolate, nas culturas maia e asteca a semente do cacau era oferecida aos deuses e as bebidas com chocolate eram servidas em cerimônias sagradas.

O professor de nutrição da Universidade da Califórnia e co-autor de "Chocolate: History, Culture, and Heritage", Luis Grivetti, explica que achados arqueológicos indicam que os maias enterravam jarros de chocolate com os mortos. "O chocolate tinha um significado medicinal, social, e religioso para eles."


Na Europa

Na Espanha, o cacau ganhou novas receitas e foi misturado com açúcar, canela e mais tarde com o leite. "A bebida quente foi inventada pelos espanhóis e tomou o nome de chocolate em diversas línguas européias", escreve Henrique Carneiro, doutor em história social pela USP, no livro "Pequena enciclopédia da história das drogas e bebidas".


Como tanto o cacau quanto o açúcar eram importados - e caros -, apenas as pessoas ricas podiam comprar o chocolate. Assim, a bebida se tornou símbolo de status pela elite de toda a Europa. No começo do século XVIII, o chocolate se tornou artigo de moda e a árvore de cacau virou nome de praças e locais públicos.


Cura doce

Além de ser caro, o chocolate também foi indicado por médicos como remédio para algumas enfermidades. Há até quem diga que algumas doenças do cardeal Richelieu foram 'curadas' com chocolate.

Segundo o professor Grivetti, por ser remédio e comida, o chocolate colocou a Igreja Católica em uma situação difícil quanto ao jejum eclesiástico. "Sendo usado tanto para curar quanto como alimento, o chocolate gerou controvérsias sobre a possibilidade de ser ingerido durante o jejum. A resposta dependia se a pessoa consumiu ou não algo junto com o chocolate.

De qualquer maneira, os padres eram proibidos de beber chocolate antes da missa. Também há muitos documentos da época da inquisição que citam o chocolate."
No Brasil, o cacau também era considerado pelos índios tupis e guaranis como remédio e estimulante.

Quem explica é o especialista Timothy Walker, professor de história da Universidade Dartmouth de Massachusetts.
Segundo ele, os colonos portugueses e os missionários jesuítas foram os primeiros a cultivarem os cacaueiros. "Nos séculos XIX e XX, Ilheus, na Bahia, se tornou o centro de produção de cacau do mundo. No entanto, não havia muito comércio para o produto no Brasil", contou o professor.

Em barra


A produção do cacau nos séculos XVI e XVII era feita em plantations (que usavam trabalho escravo) em colônias tropicais. A partir de 1700, novas tecnologias permitiram a produção mais rápida do chocolate e, depois, do chocolate sólido.

Dessa forma, o chocolate feito a mão deu lugar ao industrializado: mais acessível e com sabor diferente.
Carneiro escreve em seu livro que "atualmente, mais da metade da produção mundial de cacau vem da África ocidental, especialmente da Costa do Marfim, o maior produtor mundial, seguido de Gana e do Brasil".

(Texto extraído do G1)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

E não é que é comida fresca de verdade!

video

E ai alguém tem coragem de comer estas comidinhas???????
E não é que eu não consigo...
Pensa só isso vivo dentro da boca...
Creeeeedoo!!!!

E não é que é a futura velharia...















É minha gente
tudo se renova o tempo todo!

Poxa... logo agora que comecei a gostar.

Lista com 10 itens básicos que usamos atualmente e que seus bisnetos provavelmente não vão conhecer:

1 - Jornais diários impressos
Os diários sofreram um grande golpe com esta economia fajuta, mas sinceramente, é algo que já estava por acontecer. Um diário impresso simplesmente não pode competir com a internet e a televisão neste mundo globalizado, o que significa que os jornais logo logo só servirão para embrulhar o peixe da feira, para forrar o fundo de gaiolas ou para perder tempo no banheiro do trabalho.

Muitos diários já passaram, com sucesso, às notícias on-line, e muitos deles estão abandonando suas impressoras para sempre também em busca das notícias on-line. Pode ser que restem uns poucos, alguns dos maiores, como o New York Times, mas quando seus bisnetos recordarem, os jornais impressos serão um clássico.

2 - Os fumantes
Provavelmente o cigarro deixe de existir quando a indústria do fumo deixe de ser interessante para os governos, quando a fila do SUS para tratamento de doenças e cancros causados pelo fumo seja maior que os ganhos auferidos com os altos impostos sobre a droga. E podem acreditar, não está muito longe disso acontecer. Não demorará muito em chegar o momento em que a maior parte do mundo ocidental tenha perdido do todo seu interesse pela endemoniada erva marrom. Claro que nem todo mundo vai deixar de fumar, mas a cada vez é menos popular, menos e menos proeminente, até ao ponto de que seu bisneto perguntará se “…está tudo bem com a sua cabeça? quando ver alguém de pé na esquina de uma rua qualquer com fumaça saindo da cara.

3 - Perder-se
Com dispositivos de localização GPS, ou ao menos com dispositivos nos carros e telefones móveis capazes de calcular sua posição mediante os sinais captados por um triângulo de antenas de telefonia móvel, não passará muito tempo antes que a tecnologia esteja em seu relógio de pulso, sua caneca de café ou em seus sapatos.

Pois assim será para seus filhos e netos, a arte de explicar direções a alguém será uma arte perdida, e tratar de folhear as páginas amarelas para buscar o mecânico mais próximo será nada mais que um costume tão ultrapassado como escrever cartas em papel de arroz. Ao menos seus netos seguirão dirigindo carros, mas os bisnetos provavelmente nem saberão o que é isto, aproveitarão para tirar uma soneca no caminho para o trabalho em seus carros automáticos ou que viajam por trilhos invisíveis.

4 - Computadores pessoais mesa
Nos anos 60, as visões de futuro projetavam uma casa cheia de enormes caixas de metal com luzes para diversas tarefas como fazer as compras, pedir refeições ou mandar o robô-assistente a limpar a casa. Eles não estavam de todo errados. Hoje temos uma caixa para todas essas coisas (exceto o do robô, isso estamos ainda esperando), mas podemos supor que em uma ou duas gerações não existirá mais essa caixa. A ideia de ter uma base permanente de trabalho localizada em uma caixa prateada ou de plástico bege em seu escritório, vai desaparecer logo, da mesma forma que estão desaparecendo os arquivos e as máquinas de escrever. Teus netos não vão fazer os deveres ou navegar pela internet inclinados em uma cadeira diante de uma tela sobre uma mesinha, senão em rolos flexíveis ou cristais, pôsteres ou projeções flutuantes no ar. Olharemos para atrás e recordaremos o tempo dos computadores de mesa com todos seus incômodos cabos e vamos rir… muito.

5 - HIV/AIDS
Na década de 80, todo mundo pensava que a AIDS ia eliminar toda a raça humana. E então descobrimos ainda no início que estava matando sobretudo os gays, de modo que todos, exceto os gays, suspiramos aliviados. Até que Magic Johnson contou que estava com o HIV e ficou então evidente que não era uma doença que somente afetasse os homossexuais, todos ficaram nervosos outra vez. Mas passaram se os anos e Magic Johnson não morreu de AIDS, e os avanços na medicinas chegaram até ao ponto de que ter o HIV já não é mais uma pena de morte instantânea que costumava ser, senão uma inconveniência menor. E nestes últimos dois anos estamos vendo vários novos enfoques na tentativa de combater e destruir o vírus do HIV. Dentro de 10-20 anos, provavelmente nem recordaremos o que era a AIDS, e será uma outra vacina a ser tomada na infância como a da poliomielite.

6 - Vídeo locadoras e lojas de discos
Há anos, quando a internet estava recém estreava, muita gente predisse a morte rápida das locadoras e das lojas de discos. Ainda que as locadoras de filmes sejam muitas após a migração das fitas para os CDs/DVDs as lojas de discos praticamente inexistem. E a tendência é que os dois acabem por causa das descargas mais baratas, gratuitas e/ou piratas. Para que ir até a Blockbuster quando todo o seu acervo está a um clique do mouse nos torrents? Pra que ir a uma loja de discos se você pode baixar todo o álbum no Amazon ou iTunes? Nos últimos anos, locadoras e lojas de discos estão fechando suas portas a torto e a direito. No futuro, os únicos que prosperarão serão os que atendem pequenos nichos de mercado, como as lojas independentes que oferecem clássicos, e artigos difíceis de encontrar ou de colecionadores.

7 - Líderes diferentes
Só porque os EUA tenha seu primeiro presidente negro não significa que nunca mais irão ter um homem branco como presidente. Obviamente. Mas o que sim significa é que os meninos que crescem hoje em dia já não assumem que seu presidente tenha que ser branco nem que tenha que ser homem e muito menos que tenha que estudar. Conquanto o mundo da política ainda está dominado principalmente por homens brancos, não me surpreenderia que no lapso dos próximos presidentes tenhamos nossa primeira mulher presidente (Dilma, a terrorista não, pelo amor de Deus) ou talvez nosso primeiro presidente analfabeto (aliás, esse já foi escolhido), ou um presidente gay (que perigo).

8 - Telefones fixos
Mais e mais, as pessoas estão decidindo que simplesmente não vale a pena pagar por um serviço de telefonia fixa e um outro serviço de telefonia móvel, e podemos supor que esta tendência continuará no futuro. Eu somente mantenho a assinatura da Brasiltelecom por causa da velocidade da ADSL. Quando estes serviços, como o da Claro, forem confiáveis e tiverem melhores velocidades, a Brasiltelecom vai falir. E em 10-20 anos, não fará sentido manter os cabos que vão a um dispositivo externo só para chamadas telefônicas. Será como um homem solteiro ter uma máquina em casa que só lava calcinhas e nada mais.

9 - Ensinar caligrafia
Antes as escolas faziam muita questão em ensinar os alunos a escrever a mão e sobretudo a ter uma boa caligrafia. Inclusive existia até um caderno apropriado para este ensino. Crescer e ter uma letra bonita era um elemento essencial de trabalho e uma habilidade para toda uma vida, já que as pessoas eram obrigadas a escrever rápido e de forma legível, era importante. Agora, só escrevemos no post-it ou uma lista para o supermercado ou a folha de anotação do jogo de baralho… e olhe lá. Hoje ninguém mais está interessado na sua bela caligrafia… tudo se resume a e-mails, mensagens de texto, tudo é eletrônico e digital, e as escolas estão respondendo tirando a escrita manuscrita e a caligrafia de seu currículo.

10 - Ligar dispositivos eletrônicos
Não existe maior sinônimo da vida moderna, e no entanto, é algo que está a ponto de acabar para sempre. Olhe ai ao seu redor agora e veja a quantidade de dispositivos que necessitam de cabos para serem ligados até uma tomada. Um grande problema e é arcaico. Logo logo esse emaranhado de cabos virará lixo com o fluxo de elétrons livres pelo ar. A tecnologia é ainda nova, mas está avançando rapidamente. Ainda há algum trabalho por fazer, mas quando seus bisnetos tenham idade suficiente para se sentirem nostálgicos com o passado, olharão imagens da vida do princípio do século XXI, com cabos e cabos em todas partes e acharão tão pitorescos como girar uma manivela de arranque para ligar um automóvel.

(Texto retirado do site: http://www.mdig.com.br)